Crédito Habitação Jovem 2026: Garantia Pública e IMT Jovem
Saiba como funciona o Crédito Habitação Jovem em 2026, quem pode beneficiar da Garantia Pública e do IMT Jovem, quanto pode poupar e se vale a pena comprar casa antes de 2027.
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Paula Simões . Decisões e Soluções Colinas do Cruzeiro . Real Estate Agent
8/12/202614 min read


Crédito Habitação Jovem 2026: Garantia Pública, IMT Jovem e como comprar a sua primeira casa
Se tem até 35 anos e está a pensar comprar a sua primeira casa, 2026 é um ano que merece a sua atenção.
Existem atualmente várias medidas que podem facilitar a compra da primeira habitação própria e permanente por jovens, nomeadamente a Garantia Pública e o IMT Jovem.
Mas estas duas medidas não são a mesma coisa.
A Garantia Pública está relacionada com o financiamento do crédito habitação e tem atualmente uma data-limite definida: 31 de dezembro de 2026.
O IMT Jovem, por outro lado, é um benefício fiscal associado à aquisição da primeira habitação própria e permanente e tem regras próprias.
Por isso, se está a pensar comprar casa, a pergunta não deve ser apenas:
“Devo comprar em 2026 ou esperar por 2027?”
A pergunta mais importante é:
“Que condições consigo hoje e quanto me pode custar esperar?”
Artigo atualizado em 12 de agosto de 2026.
As regras, valores, limites e condições podem ser alterados por nova legislação. Confirme sempre as condições aplicáveis à sua situação antes de avançar com uma compra ou contrato de crédito.
Os apoios ao Crédito Habitação Jovem acabam em 2026?
Não. Não é correto dizer que todos os apoios à compra de casa por jovens terminam em 2026.
Existem várias medidas destinadas a facilitar a aquisição da primeira habitação e cada uma tem regras próprias.
A Garantia Pública para jovens até aos 35 anos está atualmente prevista para contratos de crédito celebrados até 31 de dezembro de 2026, desde que sejam cumpridos todos os restantes requisitos.
Este regime pode permitir um financiamento até 100% do valor da transação, sendo a garantia do Estado limitada a 15% desse valor, dentro das condições previstas.
O IMT Jovem e o benefício associado ao Imposto do Selo são medidas fiscais diferentes e têm legislação própria.
Em resumo
Medida Situação em 2026
Garantia Pública Jovem Aplicável a contratos elegíveis celebrados até 31/12/2026
MT Jovem Benefício fiscal sujeito aos requisitos legais
Imposto do Selo Benefício associado à aquisição, nos termos da legislação aplicável
Emolumentos de registo Existem benefícios específicos para determinadas aquisições por jovens
Financiamento até 100% Pode ser possível através da Garantia Pública, se cumprir os requisitos e o banco aprovar o crédito
Por isso, se está a pensar comprar casa, o mais importante é perceber quais os apoios que podem aplicar-se concretamente ao seu caso.
O que é a Garantia Pública para jovens?
A Garantia Pública é um mecanismo através do qual o Estado presta uma garantia às instituições de crédito para facilitar o financiamento da aquisição da primeira habitação própria e permanente por jovens.
O regime pode abranger operações em que o financiamento corresponde a mais de 85% e até 100% do valor da transação do imóvel.
A garantia do Estado pode cobrir até 15% do valor da transação, dentro das condições previstas na legislação.
Como funciona na prática?
Imagine que encontra uma casa por: 300.000 €
Num financiamento tradicional de 90%, teria de assegurar 10% do valor com capitais próprios: 30.000 €
Para muitos jovens, juntar estes 30.000 € é precisamente uma das maiores dificuldades para comprar a primeira casa.
Se cumprir os requisitos da Garantia Pública e o banco aprovar um financiamento a 100%, poderá conseguir financiar os 300.000 €.
Mas atenção:
Financiamento a 100% não significa comprar uma casa sem custos.
Continuará a ter de considerar despesas relacionadas com a aquisição, crédito, registos, seguros e outros encargos.
A grande vantagem é que, numa operação elegível e aprovada, poderá deixar de precisar dos tradicionais 10% de capitais próprios para a entrada.
Até quando está disponível a Garantia Pública?
Esta é uma das informações mais importantes para quem está a pensar comprar casa em 2026.
O regime atualmente definido aplica-se a contratos de crédito celebrados até: 31 de dezembro de 2026
Para além da data, existem outros requisitos relacionados com a idade, rendimento, propriedade de imóveis, finalidade da habitação e valor da transação.
O imóvel abrangido pela Garantia Pública não pode ter um valor de transação superior a 450.000 €.
Se a sua capacidade de compra depender desta medida, não deve deixar a análise para os últimos meses de 2026.
Isto não significa que tenha de comprar uma casa à pressa.
Significa que deve perceber atempadamente se a Garantia Pública pode fazer diferença na sua situação.
Quem pode beneficiar da Garantia Pública?
De forma geral, a Garantia Pública destina-se a jovens que cumpram determinados requisitos.
Entre as principais condições estão:
Ter entre 18 e 35 anos, inclusive;
Ter domicílio fiscal em Portugal;
Não ser proprietário de um imóvel habitacional;
Não ter beneficiado anteriormente da Garantia Pública;
Cumprir os limites de rendimento previstos;
Ter a situação fiscal e contributiva regularizada;
Comprar a primeira habitação própria e permanente;
O valor da transação não ultrapassar 450.000 €;
O contrato de crédito ser celebrado até 31 de dezembro de 2026.
Mas existe uma questão que considero fundamental esclarecer:
Ter direito à Garantia Pública não significa que o banco seja obrigado a conceder-lhe o crédito.
O banco continua a analisar a sua capacidade financeira, os seus rendimentos, responsabilidades, taxa de esforço e restantes critérios de risco.
A Garantia Pública pode facilitar o acesso ao financiamento, mas não substitui a análise de crédito do banco.
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Posso comprar casa sem entrada com a Garantia Pública?
Em determinadas situações, sim.
A Garantia Pública pode permitir que uma instituição de crédito financie até 100% do valor da transação do imóvel, desde que cumpra os requisitos e o banco aprove a operação.
Mas é importante distinguir duas coisas: “Sem entrada de “Sem dinheiro necessário para comprar.”
Mesmo com financiamento a 100%, pode ter despesas relacionadas com:
Escritura;
Imposto de Selo sobre o Crédito;
Outros custos associados à aquisição.
Por isso, antes de começar a procurar casa, é fundamental saber quanto dinheiro precisa realmente de ter disponível.
O que é o IMT Jovem?
O IMT Jovem é um benefício fiscal destinado a jovens que compram a sua primeira habitação própria e permanente e cumprem os requisitos previstos na legislação.
O regime prevê benefícios em IMT e Imposto do Selo, dentro dos limites legalmente estabelecidos.
É importante não confundir esta medida com a Garantia Pública.
Quanto pode poupar com o IMT Jovem?
A poupança depende do valor do imóvel e da situação concreta do comprador.
Mas pode representar milhares de euros.
É por isso que, quando calcula o orçamento para comprar casa, não deve considerar apenas:
Preço da casa + prestação do crédito.
Deve também analisar:
IMT;
Imposto do Selo;
Registos;
Avaliação bancária;
Comissões;
Seguros;
Outros custos associados à compra.
Se tiver direito a uma isenção ou redução, a diferença pode ser significativa.
Quais são os limites do IMT Jovem?
Os limites fiscais aplicáveis devem ser confirmados no momento da aquisição, uma vez que os escalões podem ser atualizados.
Em 2026, o regime aplicável à habitação própria e permanente prevê um primeiro escalão até 330.539 € e um segundo limite até 660.982 €, nos termos da tabela fiscal aplicável.
Se estiver a comprar uma casa dentro destes valores, vale a pena verificar se reúne as condições para beneficiar do regime.
Então, comprar em 2026 é melhor?
Não necessariamente.
Ninguém consegue garantir hoje que comprar em 2026 será mais barato do que comprar em 2027.
Mas também ninguém consegue garantir o contrário.
O que sabemos é que a Garantia Pública tem atualmente uma data-limite: 31 de dezembro de 2026.
Se depende desta medida para conseguir comprar casa, esperar pode significar correr um risco que hoje ainda consegue evitar.
Vale a pena esperar até 2027?
Depende da sua situação financeira.
Eu não recomendo que compre uma casa apenas porque existe um apoio.
Se ainda não tem estabilidade financeira, se não consegue suportar uma prestação adequada ou se não sabe qual é o seu orçamento, talvez o melhor seja preparar primeiro a compra.
Por outro lado, se:
Tem até 35 anos;
Está a comprar a primeira habitação própria e permanente;
Tem rendimentos estáveis;
Consegue suportar uma prestação adequada;
Encontrou um imóvel dentro do seu orçamento;
E depende da Garantia Pública para conseguir o financiamento;
faz sentido analisar a possibilidade de avançar ainda em 2026.
Não para comprar à pressa.
Mas para não perder uma oportunidade sem sequer saber quanto ela vale.
O maior erro é começar pela casa!
Este é um dos erros mais comuns de quem compra pela primeira vez.
Começa por procurar: “T2 até 300.000 €.”
Depois encontra uma casa de que gosta.
Visita.
Apaixona-se.
Faz uma proposta.
E só depois vai perceber quanto o banco está disposto a financiar.
Eu defendo outra ordem:
Primeiro o Crédito. Depois a Casa.
Antes de começar a visitar imóveis, deve saber:
1. Quanto ganha
↓
2. Quanto gasta
↓
3. Quanto pode financiar
↓
4. Qual é uma prestação confortável para si
↓
5. Quanto dinheiro tem disponível
↓
6. Que apoios pode utilizar
↓
7. Qual é o preço máximo de imóvel que faz sentido procurar
Só depois deve começar a procurar a casa.
Esta abordagem permite-lhe procurar imóveis dentro de um orçamento realista e evita perder tempo com casas que podem não ser financiáveis.
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Quanto dinheiro precisa para comprar casa aos 30 anos?
Esta é uma das perguntas que mais surge entre os jovens que querem comprar a primeira casa.
A resposta é: depende.
Depende do preço do imóvel, do financiamento aprovado, dos apoios a que tem acesso e dos custos associados à operação.
Com a Garantia Pública, um jovem elegível pode, em determinadas operações, conseguir financiamento até 100% do valor da transação.
Mas isso não significa que não precise de dinheiro.
Por isso, em vez de perguntar apenas:
“Quanto preciso para dar de entrada?”
é mais importante perguntar:
“Quanto dinheiro preciso para concretizar toda a compra?”
Exemplo: uma casa de 300.000 €
Imagine que tem 30 anos e pretende comprar uma habitação própria e permanente por: 300.000 €
Se cumprir os requisitos da Garantia Pública e o banco aprovar um financiamento a 100%, poderá não precisar dos tradicionais 10% de entrada.
Estamos a falar de: 30.000 € que, numa situação de financiamento a 90%, seriam necessários como entrada.
Além disso, se cumprir os requisitos do IMT e IS Jovem, poderá beneficiar das medidas fiscais aplicáveis à aquisição.
Mas continuam a existir outros custos.
E existe ainda outro fator essencial:
O banco tem de aprovar o crédito.
A Garantia Pública não substitui a análise de risco feita pela instituição financeira.
E se tiver 35 anos?
Se tem 35 anos, não assuma que está excluído.
A Garantia Pública destina-se a jovens entre os 18 e os 35 anos, inclusive, desde que cumpram os restantes requisitos.
O mesmo princípio deve ser aplicado ao IMT Jovem: a idade é apenas uma das condições a analisar.
Se está perto dos 36 anos e está a pensar comprar casa, não deixe esta análise para depois.
E se comprar com outra pessoa?
Também é necessário ter atenção.
No regime da Garantia Pública, todos os compradores do imóvel têm de ser mutuários do contrato e cumprir os requisitos de elegibilidade.
Se comprar com o seu companheiro, companheira ou outra pessoa, é importante analisar a situação de todos os compradores antes de assumir que a operação terá direito aos apoios.
Não basta perguntar:
“Somos os dois jovens. Temos direito?”
É necessário analisar a operação completa.
O banco é obrigado a conceder o crédito se tiver Garantia Pública?
Não.
Esta é uma das dúvidas mais importantes.
A Garantia Pública não significa que o Estado esteja a pagar a sua casa.
O financiamento continua a ser concedido pelo banco.
E o banco continua a avaliar a sua capacidade de pagar o empréstimo.
Mesmo que cumpra os requisitos de acesso à Garantia Pública, a instituição de crédito não é obrigada a conceder o crédito.
Por isso, é essencial comparar propostas e perceber qual é a solução mais adequada para a sua situação.
Pode escolher qualquer banco?
Não necessariamente.
Para utilizar a Garantia Pública, terá de recorrer a uma instituição que participe no regime.
Além disso, diferentes bancos podem apresentar condições diferentes para a mesma operação.
Podem existir diferenças no:
Spread;
Taxa fixa;
Taxa variável;
Taxa mista;
Prazo;
Seguros;
Comissões;
Prestação mensal;
Custo total do crédito.
O banco que aprova o seu crédito não é necessariamente o banco que apresenta a melhor solução.
É por isso que comparar é tão importante.
E é precisamente aqui que uma análise independente das propostas de crédito pode fazer diferença.
Como deve decidir se compra em 2026?
Não tente adivinhar o futuro.
Faça as contas ao presente.
Pergunte:
1. Tenho capacidade financeira para comprar?
2. Tenho acesso à Garantia Pública?
3. Posso beneficiar do IMT Jovem?
4. Quanto dinheiro preciso realmente de ter disponível?
5. Qual será uma prestação confortável para mim?
6. Que condições de crédito consigo obter?
7. Quanto me pode custar esperar um ano?
Só depois de responder a estas perguntas estará em condições de tomar uma decisão consciente.
Comprar casa começa antes de procurar o imóvel
Comprar casa não começa quando encontra o anúncio perfeito.
Começa quando percebe se está preparado para comprar.
Antes de começar a visitar imóveis, deve analisar:
A sua capacidade financeira;
O orçamento de compra;
O financiamento possível;
Os apoios a que pode ter acesso;
Os custos da aquisição;
As condições de crédito;
Os próximos passos.
O objetivo não é dizer-lhe: “Compre já.”
Nem: “Espere até 2027.”
O objetivo é ajudá-lo a perceber:
“O que faz sentido para mim?”
A minha recomendação para quem tem até 35 anos
Se está a pensar comprar casa, não precisa de tomar uma decisão hoje.
Mas vale a pena fazer o diagnóstico hoje.
Porque uma coisa é decidir esperar depois de conhecer os números.
Outra coisa é esperar simplesmente porque ainda não sabe se consegue comprar.
E se a Garantia Pública for importante para a sua operação, existe uma data que não deve ignorar: 31 de dezembro de 2026
Até essa data, o regime está previsto para contratos que cumpram os requisitos legais.
O que acontecer depois dependerá da legislação que estiver em vigor nessa altura.
FAQ — Crédito Habitação Jovem em 2026
A Garantia Pública acaba em 2026?
O regime atualmente definido aplica-se a contratos de crédito celebrados até 31 de dezembro de 2026, desde que sejam cumpridos os restantes requisitos.
Atualmente, não existe garantia de que o regime será prolongado para 2027 nas mesmas condições.
O IMT Jovem acaba em 2026?
O IMT Jovem é um benefício fiscal distinto da Garantia Pública. A sua aplicação depende da legislação fiscal em vigor e dos requisitos aplicáveis no momento da aquisição.
Posso comprar casa sem entrada com a Garantia Pública?
Pode ser possível obter financiamento até 100% do valor da transação, se cumprir os requisitos do regime e o banco aprovar a operação.
Qual é o valor máximo do imóvel para a Garantia Pública?
O valor da transação do imóvel não pode ultrapassar 450.000 € no âmbito deste regime.
Até que idade posso beneficiar da Garantia Pública?
A medida destina-se a jovens entre os 18 e os 35 anos, inclusive, desde que cumpram os restantes requisitos.
Tenho 35 anos. Ainda posso beneficiar?
Sim. Os 35 anos estão incluídos, desde que cumpra os restantes requisitos de elegibilidade.
Posso beneficiar do IMT Jovem e da Garantia Pública?
São medidas diferentes e podem ser acumuláveis quando o comprador cumpre os requisitos de cada uma.
Quanto posso poupar com o IMT Jovem?
A poupança depende do preço do imóvel e da situação concreta do comprador. Deve ser calculada de acordo com as regras e tabelas fiscais aplicáveis à data da aquisição.
O IMT Jovem também abrange o Imposto do Selo?
O regime prevê também um benefício em Imposto do Selo associado à aquisição, nos termos da legislação aplicável.
Preciso de ter dinheiro disponível mesmo com financiamento a 100%?
Sim.
Financiamento a 100% não significa necessariamente ausência de todos os custos.
Deve considerar despesas relacionadas com a aquisição, crédito, registos, seguros e outros encargos.
O banco é obrigado a dar-me crédito porque tenho Garantia Pública?
Não.
O banco continua a analisar a sua capacidade financeira e pode recusar o financiamento.
Posso comprar uma casa de 500.000 € com a Garantia Pública?
Não ao abrigo deste regime, porque o valor da transação do imóvel não pode ultrapassar 450.000 €.
Posso utilizar a Garantia Pública para uma segunda casa?
Não.
O regime destina-se à aquisição da primeira habitação própria e permanente.
Posso beneficiar se já tiver outra casa?
Em regra, não. Um dos requisitos é não ser proprietário de imóvel habitacional, de acordo com as condições previstas no regime.
Posso comprar casa com o meu namorado ou companheiro?
Sim, mas é necessário analisar a situação de ambos.
Todos os compradores têm de ser mutuários do contrato e cumprir os requisitos de elegibilidade da Garantia Pública.
É melhor comprar em 2026 ou esperar por 2027?
Não existe uma resposta igual para todos.
Se depende da Garantia Pública, 2026 merece especial atenção porque o regime atualmente prevê contratos até 31 de dezembro de 2026.
Mas deve também considerar o preço do imóvel, a sua situação financeira, as taxas de juro e as condições apresentadas pelos bancos.
Quanto devo ganhar para comprar uma casa de 300.000 €?
Não existe um salário mínimo universal para comprar uma casa de 300.000 €.
A capacidade de financiamento depende dos seus rendimentos, responsabilidades financeiras, prazo do crédito, taxa de esforço, idade, capitais próprios e critérios da instituição financeira.
Devo procurar primeiro a casa ou o crédito?
Primeiro o crédito. Depois a casa.
Saber antecipadamente quanto pode financiar permite-lhe procurar imóveis dentro de um orçamento realista.
Como posso saber se estou preparado para comprar casa?
Comece por analisar a sua capacidade financeira, os apoios disponíveis e o financiamento que poderá obter.
Uma análise inicial do seu perfil financeiro e das condições de crédito pode ser o primeiro passo para perceber a sua situação antes de começar a procurar imóveis.
Está a pensar comprar casa em 2026? Comece pelo crédito.
Se tem até 35 anos e quer comprar a sua primeira casa, 2026 é um ano que merece ser analisado com atenção.
A Garantia Pública está atualmente prevista para contratos celebrados até 31 de dezembro de 2026 e pode permitir, em determinadas condições, financiamento até 100% do valor da transação.
O IMT Jovem é uma medida diferente, enquadrada na legislação fiscal aplicável à aquisição da primeira habitação própria e permanente.
Mas não compre por medo de perder um apoio.
E não espere simplesmente porque alguém lhe disse:
“Para o ano vai ser melhor.”
Ninguém sabe.
O que pode fazer é conhecer os seus números hoje.
Perceber quanto pode financiar.
Descobrir quais os apoios a que pode ter acesso.
Comparar as condições de crédito.
E só depois decidir.
Antes de procurar a casa certa, descubra qual é a casa certa para o seu orçamento.
Quer saber quanto pode financiar?
Se está a pensar comprar a sua primeira casa, posso ajudá-lo a perceber:
Qual poderá ser o seu orçamento;
Quanto poderá financiar;
Qual poderá ser uma prestação adequada;
Se pode enquadrar-se na Garantia Pública;
Se poderá beneficiar do IMT Jovem;
Quanto dinheiro precisa realmente de ter disponível;
Que soluções de crédito podem fazer sentido para o seu perfil;
E quais devem ser os próximos passos.
Não comece pela casa. Comece pelos números.
Primeiro o Crédito. Depois a Casa.
Fale comigo e faça uma análise inicial da sua situação antes de começar a procurar o imóvel.
Telemóvel: +351 918 041 634
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Nota importante
Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui aconselhamento financeiro, fiscal ou jurídico personalizado.
Os valores, limites, condições de elegibilidade e prazos podem ser alterados por legislação posterior.
Antes de avançar com uma compra ou contrato de crédito, confirme sempre as condições aplicáveis à sua situação concreta junto das entidades competentes e da instituição de crédito.
Fontes de referência: Banco de Portugal, Portal das Finanças, Governo de Portugal e Diário da República.


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